sábado, 12 de setembro de 2015

Quando os pais de Ciera Swaringen, ambos da Carolina do Norte, seguram a filha nos braços pela primeira vez, eles levam um susto. O corpo do bebê está coberto de manchas escuras.
Youtube/AMEZ News
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Ciera sofre de algo chamado "nevo melanocítico congênito". Esta doença rara - que afeta apenas 1 em cada 500.000 pessoas no mundo - faz com que seu corpo fique coberto de manchas e marcas de nascimento. A maior delas cobre toda a área entre suas coxas e umbigo. Embora as manchas não sejam perigosas em si, segundo os médicos elas são numerosas demais para remover. "Elas crescem constantemente e tem sempre novas aparecendo," diz Ciera.
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Apesar de tudo isso, os pais de Ciera a amam por quem ela é. Eles até apelidaram carinhosamente as manchas de "beijos de anjos". Mas fora de casa a história é outra. As pessoas olham para Ciera, hoje com 19 anos. A adolescente já foi vítima de bullying na escola. "Eu me lembro que no ônibus escolar um colega riu de mim e disse que eu era um dálmata", conta ela. "Aquilo realmente abalou a minha autoconfiança. Eu era tão jovem e sempre me senti muito diferente das outras crianças, como se houvesse algo de errado comigo."
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Mas agora que já está um pouco mais madura, Ciera já não se abala com comentários como: "Você parece suja, vai tomar um banho!"
"Com o tempo, eu aprendi que as pessoas olham e dizem coisas horríveis porque não estão acostumadas com a minha aparência," diz Ciera. "Mas eu tenho orgulho de ser diferente! Afinal de contas, todos nós temos as nossas peculiaridades, estejam elas por dentro ou por fora."
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Ciera se mantém confiante e firme, e até já postou fotos de si mesma de biquíni. Para ela, as fotos servem para mostrar que todos devem se sentir confortáveis com seu próprio corpo. Se a história desta jovem forte e bela te impressionou, compartilhe com seus amigos.

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